Reforma de cozinha: 7 dicas para se planejar

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Ferramentas e projeto de reforma em cima de um balcão como exemplo de reforma de cozinha.

A reforma de cozinha é um momento que pode ser tanto prazeroso quanto estressante. Para que tudo saia como o esperado, é importante que a obra seja planejada adequadamente tendo em vista as etapas e as finanças.

Se você está pensando em investir em uma reforma na sua cozinha, confira as dicas que separamos!

Quanto custa reformar uma cozinha?

Os custos para reformar uma cozinha dependem muito do tipo de reforma que você fará e, principalmente, do tamanho da área. Os revestimentos e detalhes usados no acabamento também entram na soma. Em geral, o preço médio é em torno de R$1400 o m².

Mas isso ainda pode variar. Por exemplo, pode ser que você queira fazer uma reforma estrutural, trocando os canos antigos, modificando o local da pia ou até mesmo derrubando paredes. Nesse caso, os custos serão bem altos, girando em torno dos R$30 mil.

Já para uma reforma simples, considerando apenas a troca de revestimentos e de armários, o valor poderá ser menor, em torno de R$1000 a R$1200 o m².

Reforma de cozinha: por onde começar?

A reforma de cozinha começa, sempre, com um bom planejamento. Isso envolve entender as mudanças que você deseja fazer, o que inclui contratar um profissional para projetar o espaço e criar um orçamento da obra.

Na hora de escolher, sempre converse com mais de um profissional e peça indicações de amigos, pensando naqueles que têm estilos e gostos semelhantes ao seus.

1. Avalie a cozinha

Antes de fazer um projeto de reforma de cozinha, pode ser necessário que o profissional visite o local para entender quais são suas demandas. Ele irá avaliar, por exemplo, se existem infiltrações, rachaduras e outros problemas que devem ser resolvidos, além da parte estética.

Ele poderá lhe perguntar sobre sua rotina, desafios e desejos para a nova cozinha. Dessa forma, ele conseguirá entender melhor o seu estilo e o que você precisa que seja feito em termos de reforma.

Em alguns casos, o arquiteto também irá sugerir que o ambiente seja integrado, especialmente para apartamentos e casas pequenas. Nessas situações, o custo da reforma poderá ser maior, já que envolverá a demolição de paredes e instalação de bancadas ou ilhas.

Pode ser necessário verificar outras questões, como o nível de iluminação natural, a presença e a localização das janelas, o espaço da cozinha destinado à circulação e à disposição dos eletrodomésticos.

Depois de todos esses pontos resolvidos, ele lhe fornecerá um projeto. Mas, até que este fique pronto, você terá que tomar algumas decisões, como a escolha das cores, materiais e detalhes decorativos. Por isso, é importante sempre pesquisar com antecedência. Use a internet a seu favor, selecionando inspirações no Pinterest ou Instagram.

2. Escolha os revestimentos

Com o projeto da sua reforma de cozinha em mãos, é hora de começar a escolher os materiais e os detalhes que irão compor seu novo cômodo. Geralmente, os primeiros a serem escolhidos são os revestimentos – tanto de piso, como de parede e bancadas.

É importante escolher um revestimento que, além de bonito e dentro do seu orçamento, seja adequado para o uso em cozinhas. Por exemplo, o piso não deve ser escorregadio em contato com a água e nem fácil de manchar, assim como a rodabanca e as bancadas.

Os revestimentos cerâmicos e os porcelanatos são os mais usados atualmente, justamente porque são fáceis de limpar e de manter. No caso do porcelanato, evite usar o polido, porque ele é escorregadio e tem mais chances de riscar.

Uma dica, em relação ao piso de cozinhas integradas, é tentar deixá-lo o mais próximo possível do restante da casa. Isso é ainda mais importante em ambientes pequenos, dando uma sensação maior de continuidade e amplitude.

Para as bancadas, existem várias opções:

  • Pedras tradicionais, como o granito ou o mármore tratado;
  • Porcelanato ou silestone, uma pedra industrializada;
  • Marmoglass, pedra feita com pó de mármore e vidro;
  • Nanoglass, feita com cristais de vidro por meio da nanotecnologia.

Nas paredes, você pode usar azulejos cerâmicos, pastilhas, porcelanatos adequados ou outros revestimentos. Desde que, claro, eles sejam indicados para uso nessa área.

Além das questões técnicas, pense também no seu estilo. Cozinhas pequenas, por exemplo, ficam melhores com revestimentos claros e você poderá usar cores em detalhes, como em algumas portas dos armários ou nos objetos decorativos.

3. Móveis

Os móveis de cozinha devem ser práticos, além de contribuírem com o design geral do ambiente. O primeiro passo nessa escolha, portanto, é entender suas necessidades.

Pense em quantos itens você tem para guardar, no tamanho da sua cozinha, nas características dos moradores e na sua própria rotina. Assim, será mais fácil definir como esses móveis devem ser em termos de altura, quantidade de gavetas, disposição interna e outros pontos.

No caso das cozinhas pequenas, os móveis são fundamentais para otimizar o espaço, com soluções que ajudam a aproveitar melhor todos os “cantinhos”.

É claro que esses móveis também devem ser escolhidos pensando no estilo da sua cozinha. Por exemplo, uma cozinha minimalista fica melhor com móveis em tons claros e neutros, como o off-white, bege ou branco. Já uma cozinha retrô combina perfeitamente com os tons candy colors.

Ah, e a Madesa conta com uma grande variedade de móveis que vão fazer toda a diferença na sua reforma de cozinha. Não deixe de conferir!

4. Eletrodomésticos

Os eletrodomésticos devem ser os últimos escolhidos, porque dependem da metragem correta da sua cozinha. Quando você tiver o projeto do arquiteto em mãos, avalie as medidas disponíveis para cada item e, só então, você poderá fazer a compra.

Se for adaptar os que já tem em casa, é importante que eles estejam em sintonia com o novo estilo da cozinha reformada e também caibam no espaço delimitado.

5. Iluminação e objetos de decoração

Uma boa reforma de cozinha envolverá um projeto de iluminação e alguns detalhes decorativos. Esses itens devem ser pesquisados antecipadamente, para que você possa ter ideia dos custos envolvidos.

Além da iluminação principal, uma dica interessante é investir em luzes indiretas que deixam o ambiente mais aconchegante, como alguns spots, fitas de LED ou pendentes sobre as bancadas.

Os objetos de decoração ajudam a harmonizar todo o ambiente. Você pode usar vasos de plantas (como uma horta de temperinhos) ou outros detalhes que já tenha, como quadros ou relógios de parede.

6. Planejamento financeiro

Depois de levantar todos os materiais que você precisará e os custos com a reforma de cozinha, é hora de fazer seu planejamento financeiro. Faça uma cotação com os profissionais que realizarão o serviço e também dos itens adicionais, como iluminação, encanamento, material de obra e outros detalhes.

O arquiteto contratado poderá lhe ajudar na organização do seu orçamento, indicando a quantidade de material que será usada e a previsão dos valores.

Uma dica importante é criar uma planilha de gastos da obra. Ela deve estar de acordo com o cronograma, assim, você poderá ir controlando seus gastos para que a reforma não extrapole o que estava previsto.

7. Cronograma

O cronograma de obras é muito importante e ajudará você a ter uma noção de como está o andamento da reforma e de quanto deverá investir. Novamente, o arquiteto é o profissional certo para ajudar você a montar esse esquema.

Normalmente, a reforma inicia com a demolição de paredes, a retirada de fios e pisos e também de bancadas e armários, se for o caso. Essa costuma ser a etapa mais rápida, porém, a que faz a maior sujeira e bagunça. Por isso, lembre-se de proteger bem o restante da casa, se você estiver morando nela.

Na sequência, vem a etapa de construção, quando serão trocados os encanamentos, incluídas paredes (se for o caso), troca de fiação de luz e instalação de revestimentos, bancadas e armários.

Com tudo finalizado, é hora da limpeza, colocação dos eletrodomésticos e entrega da obra finalizada.

Ao entender e planejar todos esses pontos, certamente a sua reforma de cozinha será muito mais simples e prática.

Como reformar cozinha gastando pouco?

Se a ideia da sua reforma de cozinha é não gastar muito, a dica de ouro é tentar reaproveitar ao máximo o que você já tem na sua cozinha, por exemplo:

  • Ao invés de trocar os azulejos da parede, você pode pintá-los ou usar um adesivo específico para essa área;
  • Os móveis podem ser repaginados apenas com a troca algumas portas e puxadores ou por meio de uma pintura nova;
  • Em vez de uma bancada de pedra na cozinha americana, você poderá usar uma mesa de jantar nesta área;
  • Outra dica simples é adesivar a geladeira ou pintar alguns dos mobiliários, como as banquetas;
  • Use ideias no estilo “DIY”, por exemplo, pintando as paredes, criando uma parede lousa para recados, incluindo um jardim vertical e outros detalhes.

Além dessas dicas, sempre vale a pena revisar o seu projeto de reforma e pensar se determinadas alterações são realmente necessárias. Derrubar uma parede e ter uma linda ilha, por exemplo, é o sonho de muitas pessoas, mas essa é uma alteração que custa bem caro. Será que ela é realmente tão necessária na sua rotina ou esse valor pode ser investido em outras melhorias mais prioritárias?

Reforme sua cozinha com a Madesa

Viu só como a reforma de cozinha não precisa ser um bicho de sete cabeças? Comece, sempre, fazendo um planejamento e levantando ideias e inspirações para seu projeto. Depois, crie um orçamento, considerando os materiais, móveis e outros itens que você usará. E, por último, realize um cronograma de obras, tendo ideia dos prazos e valores investidos em cada etapa da reforma.

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